Amy dá dicas do álbum infantil, “Dream Too Much”

Amy Lee, a vocalista dos roqueiros do Evanescence, está mostrando o seu lado mais delicado com seu primeiro álbum infantil, Dream Too Much. O disco de 12 faixas, que está para ser lançado pela Amazon Music em 30 de setembro, traz sua voz crescente para canções infantis como o clássico da Vila Sésamo “Rubber Duckie”, “Hello Goodbye” dos Beatles e a rhythm and blues “Goodnight My Love”.
Inspirado pelo seu filho de dois anos Jack, o álbum começou um presente em estúdio para o seu pai, um guitarrista e campeão do Gong Show, que sempre tocou música na casa de Lee.
“Meu pai sempre falou sobre fazer algumas músicas infantis para o Jack”, conta Lee à Rolling Stone. “Meu marido sugeriu, ‘Vocês deviam fazer, entrar no estúdio juntos, vocês nunca estiveram no estúdio juntos, vocês dois são músicos'”.
Lee e seu pai uniram esforços em Fort Worth, Texas, para algumas sessões que prontamente evoluiu para um projeto que envolveu muito a sua família. Seu pai tocou ukulele, dobro e banjo; Lee formou uma equipe com as irmãs Carrie e Lori para algumas harmonias ao estilo Andrews Sisters; seu tio Tom toca guitarra, baixo e gaita; e seu filho Jack até faz uma participação.
“Estivemos falando, mesmo se fôssemos os únicos que escutaram as músicas… valeu a pena porque significa muito para nós como uma família e foi muito gratificante que pudemos fazer juntos. Estou sempre procurando maneiras de crescer criativamente e isso foi uma surpresa. O projeto nasceu de uma maneira muito aleatória e pura. Era só para nós e se transformou em algo muito bonito”.

div class=”_h2w _y23 _50f8 _50f4″>Áudio de “Dream Too Much”.

Um punhado das músicas inéditas de Lee que preencheram o disco são rememorativas de melodias mais folk do indie rock contemporâneo. Músicas como “The End of the Book” foram inspiradas diretamente pela vida com o Jack.
“Toda vez que eu chegava no final de um livro, ele chorava. Tipo, chorava mesmo, ‘Não acredito que estamos no final do livro’, tipo, ‘Nãooo'”, conta Lee. “E eu falo, ‘Ei, amorzinho… não no final… podemos lê-lo novamente’. Eu achei muito fofo e acabou virando uma música que fala que o final do livro não é o final da história”.
Embora Dream Too Much seja apenas o segundo projeto solo a carregar o nome de Amy Lee, ela não vê fazer shows infantis como uma nova trajetória de sua carreira.
“Tipo viajar por aí com uma banda de família?”, ela pergunta com uma risada. “Não estou falando que não, mas não é bem o meu plano. Quem sabe, talvez serei o próximo Raffi. Posso imaginar a gente fazendo algumas apresentações ali e aqui, mas eu acho que vou focar no próximo projeto… mais voltado para a minha carreira musical adulta”.

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