Amy Lee

Amy 05Nascida na Califórnia e criada no Arkansas, Amy Lee sempre esteve ao redor da música por conta de seu pai ser músico e radialista. Após várias mudanças, sua família se firmou na cidade de Little Rock, Arkansas onde o Evanescence foi fundado, e Lee estudou teoria musical e composição. Contudo, teve de deixar os estudos para se focar na banda que criara ao lado de Ben Moody e David Hodges.

Evanescence

Amy co-fundou a banda Evanescence no ano de 1995, juntamente com o guitarrista Ben Moody. Os dois haviam se conhecido num acampamento de jovens promovido por uma igreja local de Little Rock, sendo que nesse evento, Ben ouviu Amy tocar a canção “I’d Do Anything For Love (But I Won’t Do That)” do músico Meat Loaf no piano. Pouco depois, a dupla realizou concertos acústicos em livrarias e cafeterias do Arkansas, eventualmente gravando dois EPs: Evanescence (1998) e Sound Asleep (1999), que foram vendidos durante as apresentações.

Em 2000, com o tecladista David Hodges na formação, a banda gravou o CD demo Origin com o apoio de alguns outros músicos. Este disco foi um prelúdio do álbum de estreia do grupo, Fallen, lançado em 2003, que permitiu ao Evanescence realizar diversas turnês e tornar-se um famoso grupo musical. Porém, em 22 de outubro de 2003, Ben Moody deixou a banda alegando “diferenças criativas” com os demais membros da banda, sendo anunciada a sua substituição por Terry Balsamo, que colaborou com grupo tanto nas guitarras como nas composições ao lado de Lee.

Evanescence_The_Open_DoorEm 2006, a banda retorna com o segundo álbum, The Open Door, inspirado pelo término do namoro de Amy com Shaun Morgan e também com “um monte de coisas e pessoas”. O disco viu uma Amy mais amadurecida, pronta para se impor em sua vida. “As letras no álbum estão procurando por respostas, soluções e felicidade. Não são, ‘estou triste, fim da música’. São mais, ‘estou triste, mas o que devo fazer para sair dessa situação ruim?”

Em 2011, após um hiato de três anos, a banda lança seu terceiro disco, Evanescence. Originalmente, o trabalho estava sendo produzido por Steve Lillywhite e seria lançado em setembro de 2010, porém foi descartado pela gravadora por “não soar como Evanescence”. O disco tinha uma influência eletrônica e experimental. Levando apenas três músicas – totalmente repaginadas – do projeto original, a banda recomeçou do zero no ano seguinte com um novo produtor e fez do álbum “um trabalho mais colaborativo”. Nas novas músicas Amy incorporou a harpa, instrumento que aprendeu durante o hiato da banda.

“A gravadora me disse que nenhuma daquelas músicas nas quais eu havia colocado meu coração durante um ano, de forma alguma, não era boa o suficiente- hora de recomeçar. Eu estava devastada. Furiosa. Estava determinada a assumir o controle da situação e usar isso para me impulsionar a seguir em frente. Acabou me deixando nervosa o suficiente para compor o disco mais pesado da banda – o qual eu amo – e acabamos usando três músicas do projeto original. Contudo, ainda estava insatisfeita com o que eu carinhosamente referia como “broken record”. Acreditei, em grande parte sozinha, nessas gravações inacabadas por 5 anos- e pela primeira vez tenho a posse delas.”

Após o fim do contrato com a gravadora, a banda lança o álbum Synthesis em 2017, que é a regravação de algumas músicas do passado com duas composições novas, sendo elas “Imperfection” e “Hi-Lo”. O trabalho é focado em orquestra e programação eletrônica.

Em 2019, contribuiu com o cover de “The Chain“, do Fleetwood Mac, para o vídeo game Gears 5.

Em 2020, a banda começou a gravar seu quinto álbum, The Bitter Truth, sendo considerado o primeiro trabalho político. As músicas serão lançadas uma de cada vez como singles conforme o álbum ainda é criado e gravado.

Carreira solo

Durante uma entrevista em outubro de 2008, Amy disse que estava escrevendo novas canções, possivelmente para um álbum solo. Ela citou influências do folk e da música celta, dizendo que as atuais canções a faziam sentir de volta às antigas raízes. Porém ela não forneceu datas de lançamento, mas explicou a razão para esse novo projeto: “Eu preciso mostrar que sei fazer mais coisas, e que não são todas músicas tristes”.

Ainda em outubro do mesmo ano, ela concedeu uma entrevista ao The Gauntlet, dizendo que não havia certeza se iria iniciar uma carreira solo, afirmando estar em um momento em que não sabia o que faria pela frente. Ela afirmou que o Evanescence ainda estava junto, mas iniciar uma nova turnê seria monótono, porém reiterou que estava escrevendo canções, embora não sabia dizer para qual propósito.

Estou em um momento em que não sei o que vem pela frente: um projeto solo ou um filme. Estou interessada em fazer a trilha sonora de um filme, sempre estive.

Em 2009, Amy anunciou um novo álbum com o Evanescence, com influências de electro-pop e trip-hop, “com sons maiores que a vida e batidas programadas fundidas com bateria”. Contudo, à medida que o álbum ficava pronto, a gravadora dizia que o som não se encaixava ao do Evanescence, alegando que era algo mais solo, forçando assim a banda a encerrar as gravações e regravá-las com uma fórmula pronta.

Como artista solo, Amy participou de dois álbuns covers, um com a música “Sally’s Song”, do O Estranho Mundo de Jack, e outro com “Halfway Down the Stairs”, dos Muppets.

Mais tarde em janeiro de 2014, Amy anunciou que iria se juntar com o violinista e compositor Dave Eggar para criar músicas ao filme independente War Story, sendo que durante uma entrevista à MTV, ela disse: “Irá surpreender meus fãs. Não é o que você espera; o filme é muito obscuro, muito introspectivo. Há uma mistura de vários sons, muitos tons ameaçadores. Eu toco o teclado e o pedal Taurus”. Em agosto do mesmo ano, ela anunciou que a trilha sonora do filme seria intitulada Aftermath e lançada em 25 de agosto.

Em agosto de 2016, lança o seu segundo álbum solo, Dream Too Much, um álbum infantil inspirado pelo seu filho Jack e feito em parceria com sua família e a Amazon Music.

Em 2017, lança “Love Exists”, cover de uma música italiana, e “Speak to Me”, música de encerramento do filme Voice from the Stone.

Vida pessoal

Amy é casada com Josh Hartzler, seu amigo de longa-data, desde 2007, com o qual tem um filho, Jack Lion, nascido em 24 de julho de 2014. Ela vivia em Nova Iorque de 2006 até 2019 e mudou-se para Nashville, TN.

De ascendência escocesa e inglesa, Amy é parente distante de Robert E. Lee, oficial militar de carreira norte-americano.

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